sexta-feira, 6 de junho de 2014



DELÍRIOS DE UM POETA

A tarde silenciosa.
O olhar na rosa.
E ora no horizonte.
O olhar perdido.
Quanto o poeta foi sofrido!
O coração é o mesmo.
Esteve em tantas vidas.
Repassando suas horas vividas.
A escrever e ler.
E sentir.
Delírios de um poeta.
De um vate errante.
Que importa se desta vez usa um vestido?
O sofrer é o mesmo.

A sensação. O mesmo sentido.
Poeta... sempre a poetar... e pensar e buscar.
Razões para um coração que insiste em procurar.
Poeta a delirar.
E um nome a chamar...
O nome que está escrito no luar.
No mar.
Em todo lugar.
sonia delsin

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