sábado, 12 de abril de 2014


SAUDADE QUE MATA

Olho o rio, olho a mata.
Ah, esta saudade ainda me mata.
Nós dois a sorrir.
A conversar.
A nos amar...
E o tempo que parece tudo levar,
insiste em guardar.
Sinto um espinho no meu coração penetrar.
E lentamente parece querer me matar.
Vou partir e tudo que vivemos apagar.
Mas aonde eu for as levarei.

sonia delsin  

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